Perante a atual crise da capacidade dos aterros sanitários em Portugal, a Resialentejo destaca-se pelos resultados positivos alcançados na gestão de resíduos no Baixo Alentejo. Enquanto, a nível nacional, mais de metade dos resíduos urbanos continua a ser depositada em aterro, a empresa conseguiu reduzir essa taxa de 94%, em 2012, para apenas 15% em 2026, aproximando-se da meta europeia de 10% até 2030.
Para garantir uma resposta futura às necessidades da região, a Resialentejo está a construir um novo aterro sanitário destinado aos oito concelhos onde opera. Esta infraestrutura permitirá assegurar a continuidade do serviço e poderá ainda disponibilizar parte da sua capacidade a outros sistemas de gestão de resíduos, desde que sejam cumpridos critérios legais, económicos e ambientais rigorosos.
Ao contrário do panorama nacional, marcado pelo rápido esgotamento dos aterros e pela reduzida adesão à reciclagem, a Resialentejo apresenta também excelentes resultados na valorização de resíduos, encaminhando atualmente 65% dos resíduos urbanos para reciclagem, ultrapassando a meta europeia prevista para 2030.
A empresa demonstra, assim, que é possível reduzir significativamente a deposição em aterro através do investimento em infraestruturas, da melhoria dos processos de gestão e da sensibilização das populações para a redução e reciclagem de resíduos.













