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ATUALIDADE – Ponto de Situação no Baixo Alentejo devido à depressão Kristin

Numa nota enviada pelo Comando Sub Regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo, faz saber que entre as 00h00 do dia 30 de janeiro e as 12h00 do dia 30 de janeiro, registaram-se na Sub-Região do Baixo Alentejo 3 ocorrências relacionadas com a situação meteorológica adversa — Depressão Kristin — que está a afetar Portugal.

Foram registadas:

− Movimentos de massa: 2

− Queda de estruturas: 1

Destas ocorrências não resultaram vítimas ou danos materiais.

Há a registar as seguintes vias interditas devido às Condições Meteorológicas

Adversas:

EM1084 entre a Estação de Ourique e Conceição;

EM514 entre Serpa e Vale do Poço (passagem Ribeira de Limas).

EM 1023 – 2 em Barrancos

Na resposta a estas ocorrências estiveram empenhados 08 operacionais, apoiados por 03 veículos.

Considerando a existência de situações de maior complexidade no território nacional, mantem-se mobilizados meios terrestres que integram os Grupos de Reforço do Alentejo (Pré-Hospitalar e Desobstrução):

– Grupo Reforço Emergência Pré-Hospitalar 01 Região Alentejo – Brigada do Baixo

Alentejo, composta por 4 Elementos dos CBV de Almodôvar e Ferreira do Alentejo;

– Grupo Desobstrução 0I Região Alentejo – Brigada do Baixo Alentejo, composta por 02 Elementos do CBV Ferreira do Alentejo.

Comando Sub Regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo

– Grupo Desobstrução 02 Região Alentejo – Brigada do Baixo Alentejo, composta por 13 Elementos dos CBV de Beja, Moura, Almodôvar, Ourique e Barrancos.

O Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) reforça que o impacto dos efeitos do mau tempo pode ser minimizado através da adoção de comportamentos preventivos adequados.

Assim, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, recomenda-se a adoção das seguintes medidas de prevenção:

– Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais, removendo inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criar obstáculos ao livre escoamento das águas;

– Assegurar a fixação adequada de estruturas soltas, nomeadamente andaimes, placards e outras estruturas suspensas;

– Ter especial cuidado na circulação e permanência em áreas arborizadas, devido à possibilidade de queda de ramos ou árvores provocadas por ventos fortes;

– Evitar atividades relacionadas com a pesca desportiva, desportos náuticos e passeios junto aos espelhos de água;

– Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e prestando especial atenção à eventual formação de lençóis de água nas vias rodoviárias;

– Restringir ao máximo possível os movimentos de veículos e de pessoas apeadas, nas zonas potencialmente afetadas;

– Não atravessar zonas inundadas, prevenindo o risco de arrastamento de pessoas ou veículos para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;

– Retirar de zonas normalmente inundáveis animais, equipamentos, veículos e outros bens para locais seguros;

Recomenda-se que o cidadão, acompanhe permanentemente as informações meteorológicas e seguir as indicações da Proteção Civil e das Forças de Segurança.

Para mais informações, consulte os sítios na internet:

• ANEPC – Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil

(www.prociv.gov.pt)

• IPMA – Instituto Português do Mar e Atmosfera

(https://www.ipma.pt/pt/index.html)

• Agência Portuguesa do Ambiente APA

(https://apambiente.pt/)